11.21.2009

Atracção



O pacto que havia entre eles
era o de não se enganarem
com as suas pretensões.”
















Sempre onde a vejo
O pouco ou nada que lhe falo
É um certo capricho do efeito
Onde me entrego e agonizo
Às câmbricas vibrações volúveis.

Venho das terras da utopia
De onde me faço descomedido mas verdadeiro
Já que não me confundem as ilusões
E no mundo real procuro hoje a profecia
De um sonho não sonhado em fantasia.

Conheço bem a condição humana
Não me assustam as ficções morais
Promovo o carácter das minhas e basta
De desilusões, decepções e desenganos
Tormentos, fingimentos, relações banais.

2 comentários:

disse...

Ao tempo que eu não vinha aqui.
Sabem-me tão bem estas letras.
Brindas-me com qualidade, gosto disso :')

disse...

* e a nossa coimbra? continua a encantar-te? ^p