7.03.2009

Petulantes Gracíolas Artimanhas

Acredito na sinceridade,
A vaidade é para feiticeiros,
Bruxos, mandingas, macumbeiros...
Que eu escondo as minhas fatuidades
Em poemas sem histórias,
Como recordação das subjectividades.

Aponto o dedo e aponto-o,
Nunca o faço em qualquer lado,
Direcciono-o para onde guardo recados,
Para onde os deuses não existem,
Onde a estupidez é mental,
A falsidade é humana
E a honestidade paranormal.

Que alegro alegórico,
É tão bom acreditar viver,
E entristecer, penar, escurecer…
Que o maior silêncio de lipotimia
É deixar-se desvanecer.

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