3.28.2009

Sinto e obedeço

Sinto e obedeço
Às fortes palpitações
Das ilusões que agora
Ganham novas cores,
Repetindo nos mesmos sabores
A traição dos meus sentidos
Que lhes respeitam obediência.

Não sei o que deva negar,
A razão ou a sensação,
O espanto ou a admiração,
O físico ou o espiritual.
Vivendo eu em equilíbrio
As palpitações que me controlam
Num expansivo estado anormal...
Surgem novas cores,
Sinto-as e obedeço
A tudo o que me recordam.



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