3.24.2009

Novo Início

O tempo já não espera
Por que largou no caís
A bagagem da infantilidade

Os dias sempre mais pequenos
Deixam-se passar velozes
E as horas da meninice devagar

Agora surgem de modo a atormentar
O patético e atónito descanso
De reparos e aflições sem fim

Descontraí, relaxa, repousa
Que o tempo passou breve,
Lá longe... na dita infância.

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